Para aumentar seus seguidores no Twitter a revista Playboy faz campanha para a cada retwitter as imagens das modelos aparecerem mais.

Curta Metragem – Hora Extra

12 mai 2012 In: Entretenimento

Direção é de Rodrigo Frederico.

Campanha da empresa Marisa, onde as mães que saiam do ultrassom, eram presenteadas com uma camisa com uma foto do seu filho(a). Show de bola. Uma surpresa incrível e inesquecível por diversas gerações.

Criado pela Fischer & Friends.

Caixinhas de suco naturais

12 mai 2012 In: Empreendedorismo

A empresa de sucos em caixinha Camp fez uma experiência inovadora e agora usa nas suas propagandas para mostrar que seus sucos são realmente naturais: produziu frutas no formato de caixinha. Isso mesmo. A Camp colocou invólucros nas frutas ainda nas árvores em formato de caixinha e elas cresceram ganhando novas formas, deixando inclusive impresso a marca da empresa nas frutas. Óbvio que esses produtos não são para serem comercializados, mas para ser usado nos pontos de vendas. Genial.

Pequenas alterações no dia a dia procuram melhorar o seu negócio e aperfeiçoar a produtividade da sua equipe.

O bom gerenciamento das verbas da empresas é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Para o empresário da micro e pequena empresa que está começando, este controle pode determinar o sucesso ou o fracasso imediato da empresa.

Para ajudar a economizar separamos algumas dicas simples, mas que fazem muita diferença no final do mês:

1) Computadores: prefira computadores portáteis a desktops. Os notebooks consomem até três vezes menos energia do que os computadores de mesa, segundo o escritor da área de informática Márcio Pessoa.

2) Telefone: Separe a lista de contatos em telefones fixos e celulares e só ligue de fixo para fixo e de celular para celular. Não se esqueça de verificar junto à operadora os planos que melhor se encaixem ao gasto médio da sua empresa.

3) Conscientize: A professora de Administração Sandra Regina lembra que apagar as luzes ao sair do cômodo, por isso, conscientize seus funcionários a economizarem não só energia, mas também água, copos descartáveis e materiais de escritório.

4) Pesquise: Pode parecer perca de tempo, mas antes de comprar ou contratar um serviço compare no mínimo três orçamentos pensando também na qualidade.

5) Parcerias: Verifique a possibilidade de promover outras empresas que não sejam concorrentes, assim você pode economizar um pouco da verba do marketing.

6) Compras: Evite fazer compras pequenas. Estipule dias certos para comprar materiais de reposição e verifique a possibilidade de comprar sempre no atacado.

7) Terceirização: Quando a empresa ainda é pequena, algumas funções podem facilmente serem executadas por pessoas terceirizadas ou ainda prestadores de serviço.

Fonte: Estação Sebrae

Nova tendência do mercado é dar espaço às gerações mais novas e cada vez mais jovens ocupam cargos de destaque em empresas

Foto: Stock.xchng

Jovens gerentes, coordenadores, sócios, diretores ou até presidentes de grandes empresas. Uma realidade cada vez mais comum, a nova geração, chamada de geração Y, deve estar cada vez mais presente em cargos de relevância. “Essa é uma tendência no mundo atual. Empreendimentos de tecnologia e sustentáveis, por exemplo, estão normalmente nas mãos de jovens”, afirma o sócio da consultoria especializada em franquias Francap, André Friedheim. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), pelo menos 27 empresas associadas são comandadas por pessoas com 30 anos ou menos.

Segundo o especialista, o fator se deve à preparação buscada por essa geração, além do acesso mais facilitado à informação. Na opinião de Friedheim, o mercado já teve mais receio frente a empresários com pouca idade. “O que vale para as pessoas que querem comprar uma franquia é que o negócio seja bom, tenha sustentação e seja bem planejado”, diz.

Hoje, muitos jovens já são donos do próprio negócio como franqueados. E vão além: alguns criam ou viram sócios de empresas franqueadoras e administram toda uma rede de franquias. Exame.com conversou com seis jovens empresários que passaram por cima de preconceito e resistência para conseguir criar e comandar negócios.

Yoguland
Agir com profissionalismo e não se desviar das ideias que acredita foi a fórmula usada por Tiago de Souza Campos, de 25 anos, e o amigo de infância, hoje sócio, Rafael Soares, de 28 anos, para criar a Yoguland. Fundada em agosto de 2009, a rede especializada em frozen yogurt conta hoje com 37 unidades em funcionamento e outras sete em fase de implementação.

A ideia do negócio veio após uma temporada fora do país. Tiago morou na Califórnia e Rafael, no Havaí, onde conheceram o frozen yogurt e decidiram trazer a ideia para o Brasil. “Trabalhamos quase um ano para desenvolver e executar o projeto”, destaca Campos, sócio-diretor do empreendimento.

O jovem acha graça da expressão de espanto das pessoas quando conhecem a dupla empreendedora. “Já aconteceu de reparar a cara de surpresa de algumas pessoas quando marcamos reuniões, porque elas imaginam que somos mais velhos, mas dificilmente alguém fala algo”, conta.

2Call
Acreditar no potencial e ter tranquilidade ao se expressar são características que o sócio-diretor da 2Call Luan Castello Veiga Cardoso considera diferenciais que o levaram a ocupar esse cargo aos 26 anos. “O principal ponto é saber liderar. Você tem que se expressar muito bem, pois a chave para conquistar seus funcionários e clientes é a oratória”.

Sem formação universitária, o jovem acredita que experiência de vida, como viagens e outros empregos, é tão importante quanto os estudos.Para ele, outro facilitador de sua gestão na 2Call é a idade aproximada com os funcionários. “Isso dá abertura para conversas mais francas. Percebo, também, que muitos deles passam a acreditar na possibilidade de crescimento e desenvolvimento em suas carreiras”.

A empresa é especializada em mobile marketing com plataformas de desenvolvimento para jogos e aplicativos de celulares e smartphones. São 20 unidades franqueadas, espalhadas por 14 estados brasileiros.

Resolve Franchising
Vinte e cinco anos e uma ideia de empreendimento. Era 2010, quando David Pinto, criador e presidente da Resolve Franchising, reformava sua casa e se deparava diariamente com a falta de mão de obra qualificada, ele encontrou uma oportunidade de negócio. A partir das dificuldades, o empresário, hoje com 27 anos, decidiu implementar a Doutor Resolve, franquia especializada em reformas e reparos em imóveis – hoje já são 450 unidades espalhadas pelo país.

A primeira rede de franquia do jovem empreendedor faturou cerca de 200 milhões de reais em 2011. Para expandir ainda mais a participação no mercado, em janeiro deste ano, David Pinto lançou o Instituto da Construção, uma escola de formação de mão de obra para construção civil. A expectativa é inaugurar 120 unidades até o fim deste ano.

Contra críticas e descrenças causadas pela idade, David Pinto conta que sempre usou informações de mercado para mostrar sua capacidade de gerir a empresa. “Procurava mostrar um plano de ação consistente e, quando criticado, respondia pedindo um voto de confiança e um prazo para provar que a proposta era viável”.

Docella
Os irmãos Tiago e Gustavo Ely Chehara, de 29 e 30 anos respectivamente, enfrentaram preconceito não apenas de clientes e fornecedores, mas até para consegui o primeiro ponto comercial para instalar a loja. O mais velho passou dias seguidos aguardando por mais de oito horas no escritório de um shopping paulistano por uma reunião para conseguir um ponto comercial. “Tamanha determinação tinha por objetivo convencer o superintendente de um dos mais disputados espaços comerciais da cidade a ceder um quiosque”, conta Tiago.

Com um espírito empreendedor que apareceu ainda na infância, quando vendiam papeis de carta ou jogos de computador, já na adolescência, os irmãos venceram as resistências e hoje tem uma rede de doces com 43 unidades espalhadas pelo país. Além das franquias, após seis anos no mercado, a Docella atende a 48 buffets e redes de supermercado, com uma produção mensal em torno de 500 mil doces.

A Docella foi uma ideia repentina, quando um menino abordou os dois com uma caixa de docinhos de festa. Em dois meses, a primeira fábrica estava instalada em São Roque interior paulista. “Sempre tivemos a cultura dentro da empresa de que não há nada que mostre melhor o que é uma empresa e seus líderes do que exemplos positivos através de nossas próprias atitudes e foi desta forma que mostramos ao mercado que não estávamos para brincadeira”, afirma o mais novo.

Couro e Cia
Enfrentar a rejeição e a resistência em escutar sua opinião por conta da idade foi necessário a Bruno de Aguiar Oliveira, de 27 anos. Quando assumiu a diretoria de franquias da Couro e Cia para expandir a rede fora de Fortaleza, onde nasceu a marca, o jovem não imaginava que iria tão longe. “Por conta da vontade de construir algo novo dentro da empresa, vendi meu carro aos 18 anos e abrimos a primeira Couro e Cia fora de Fortaleza, em Natal, que inaugurou vendendo mais do que nossa unidade na capital cearense, há 6 anos no mercado na época.”

O empresário conta algumas situações desagradáveis que já viveu por conta do preconceito pela idade. “Em reuniões de shoppings, vários lojistas me olharam com rejeição ou não quiseram escutar minha opinião”, diz. Como destaca, isso o motiva a buscar mais conhecimento e dedicação, para mostrar sua capacidade de gerir a empresa.

A primeira loja da Couro e Cia, especializada em fabricação e comercialização de acessórios em couro, surgiu há 17 anos. Atualmente, a rede tem 14 lojas, especialmente no Nordeste. A previsão é chegar a 45 unidades em todo o país até 2014.

Depil House
A oferta para que Leonardo Ribeiro Ferrero assumisse a Depil House partiu da idealizadora do negócio e mãe do jovem, Maria Antonieta. “Em 2007, ela já não estava mais confortável na gestão da empresa e me ofereceu a oportunidade. Aos 20 anos aceitei a proposta e, seis meses depois, ela já havia se afastado completamente da gestão”, conta o empresário, hoje com 24 anos.

A maior conquista, na opinião do jovem, é o respeito e crédito de franqueados, fornecedores e parceiros. “Nas apresentações de oportunidades de franquia, os primeiros olhares são sempre de surpresa, e é necessário estar muito bem preparado com informações e profissionalismo para reverter esta impressão.”

Ao invés de virar um impeditivo, a juventude fez com que Ferrero se empenhasse ainda mais. “A idade influência muito para os outros, mas isso fez aumentar meu comprometimento e vontade, pois me sentia na obrigação de provar que dava conta. Sempre procurei tomar decisões muito pensadas e planejadas”.

O processo de franquia da marca foi iniciado em 1998 e hoje são 15 unidades. Além de depilação, algumas unidades contam com serviços de cabelereiro e estética.

Koni Store
Sócio da Koni Store aos 30 anos, Michel Jager comanda uma equipe de maioria jovem e acredita que isso facilitou as coisas. “Como fundador da marca, acredito que o crescimento da empresa foi proporcional ao meu crescimento profissional. Felizmente a idade nunca me fez viver situações inusitadas”, conta o empresário. Ele destaca que já ouviu expressões de espanto, mas nunca encarou isso como crítica, mas admiração.

Michael conta que não para de ter ideias para o negócio. “Preciso me policiar para que elas virem ação e se tornem realidades”. Inaugurada em 2006, a rede foi vendida para o grupo Umbria. Hoje, o empresário atua como sócio e gestor da Koni Store.

Fonte: Revista Exame

Propaganda nova da Ford com jogo Pinball

21 abr 2012 In: Marketing

Muito boa essa propaganda da Ford para lançar o novo sistema Active Park, que ajuda ao motorista a estacionar um carro. Os caras instalaram um grande painel com um jogo tipo pinball que dá nota aos motoristas ao tentarem estacionar em uma vaga nas ruas de Paris.

Revista Bares e Restaurantes – 30/03

Siga os orientações de especialistas em franchising e se prepare para alavancar seu negócio

A projeção para 2012 é tão promissora quanto os resultados de 2011: o número de redes franqueadoras deve aumentar 15%. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que mais de 1.800 empresas fazem parte do sistema de franquias e comercializam sua marca no Brasil.

Essa é a escolha de muitos empreendedores que querem crescer: apostar em um modelo de sucesso. Mas será que comprar uma franquia é a certeza de bons negócios Apesar de o modelo de franchising estar em franca expansão no país e no mundo, a abertura de um negócio não é garantia de lucro. Se, por um lado, os empreendedores vêem nas franquias a chance de investir de forma mais segura do que em um negócio próprio, por outro, as redes podem variar bastante quanto ao modo de funcionamento e relacionamento com os franqueados. Especialistas afirmam que, apesar de terem um modelo pronto e formatado, algumas franquias podem dar mais certo do que outras de empreendedor para empreendedor. Entre os fatores decisivos, está o perfil do dono e sua afinidade com o negócio. “Risco e retorno andam sempre juntos”, define o consultor da Práxis Education, Maurício Galhardo. Mas o que fazer na hora de adquirir uma franquia.

Para orientar quem deseja ter sucesso nesse setor, a Revista Bares & Restaurantes conversou com os especialistas Paulo Ancona Lopez, da Vechi Ancona, consultoria especializada em franquias; Maria Cristina Franco, vice-presidente da ABF, e Maurício Galhardo, da Práxis Education. Eles destacaram cinco quesitos importantes para fazer o seu projeto de franquia dar certo:

Tenha afinidade com o negócio

Quem decide adquirir uma franquia, em geral, deve identificar-se diretamente com o tipo de negócio escolhido. Na maioria das vezes, é aquele em que o interessado tem o hábito de consumo.

Verifique se você possui o perfil de franqueado que aquela marca precisa, inclusive o financeiro, ou seja ter capital de giro para suportar o começo, por exemplo, e ser um profissional compatível com as necessidades de gestão daquela franquia.

Se não gosta de se relacionar com pessoas e está adquirindo uma franquia que requer habilidade nesta área, é preciso pensar duas vezes antes de entrar no negócio.

E fica a dica: afinidade não basta. “Informe-se: você pode se encantar com o produto, mas tem que saber se a marca está bem estruturada”, alerta Paulo Ancona.

Conheça o sistema

Antes de se arriscar como franqueado de uma marca, é bom compreender como funciona a estrutura de uma rede de franquias. Converse com outros franqueados, pois eles conhecem a fundo o dia a dia e vão dizer como a rede funciona de verdade. Veja como atuam quando têm um problema e a quem recorrem.

Investigue o franqueador da mesma forma com que ele vai investigá-lo para saber se você tem o perfil de um franqueado da rede. “Ponto positivo se ele for associado à ABF, pois estará obrigado a cumprir exigências como apresentar o balanço para a análise da entidade”, ressalta Maurício Galhardo..

Faça um test drive

Tente conhecer a loja piloto da rede e faça um “test drive”: visite o local em vários dias e horários diferentes para conhecer o ambiente. Analise se o tipo de negócio tem a ver com o ponto que você escolheu para abrir sua franquia. Adquira os produtos e veja se a loja tem movimento.

Conheça de perto como é o mercado, o sistema logístico, o padrão de qualidade, o processo, o suporte.

Assim como o franqueador, o franqueado também precisa de um plano de negócios. Uma rede menor pode apresentar mais riscos, pois possui um histórico e experiência menores, mas tudo dependerá do controle do franqueado.

Interaja com o cliente

Tratar bem o cliente é sinônimo de fidelização, fundamental em um mercado com tantos concorrentes. Depois de adquirir sua franquia, invista no quesito interação com o cliente. “Se você tem um sistema delivery, por exemplo, dê um upgrade na interatividade, permita que o cliente programe a compra pela internet e crie um banco de dados para conhecê-lo”, orienta Ancona.

Coloque uma pitada de saúde em seu negócio

O setor de alimentos e bebidas ligados ao bem estar e à saúde está em franca expansão. Pesquisas de mercado apontam para um amadurecimento do consumidor, que procura cada vez mais alternativas saudáveis na hora de se alimentar. Assim investir em redes de alimentação saudável pode ser uma boa alternativa que deve ser avaliada na escolha da franquia. O mercado oferece uma série de opções de redes que estão investindo em grelhados, massas verdes, sanduíches tipo wraps, frozen iogurts com metade das calorias de um sorvete, sucos, saladas e sopas.

Maurício Galhardo garante que quem quer entrar para o universo das franquias deve ter em mente essa demanda. “O consumidor está cada vez mais consciente. Antes, comer em casa era considerado um hábito saudável. Hoje, comer fora é mais valorizado, nem temos mais tantos alimentos na geladeira. Prezamos pela versatilidade e praticidade, mas sempre atrelados à qualidade. Empresas deste segmento estão cada vez mais entrando em praças de alimentação, sem medo do insucesso. Percebo esse movimento como um caminho sem volta”.

Tenho um negócio de sucesso e quero transformá-lo em uma franquia. Como fazer?

Maria Cristina Franco, vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising, alerta que é preciso seguir todos os passos necessários até estabelecer um canal de distribuição por meio do franchising.

O primeiro passo é avaliar se a sua empresa tem estrutura para franquear, ou seja, se possui capacidade de fornecer produtos e know-how para os possíveis franqueados. Faça um estudo de franqueabilidade para avaliar se seu empreendimento tem um modelo que possa se repetir.

É importante lembrar que não basta ter um negócio para virar franquia, é preciso ter um diferencial, oferecer produtos ou serviços que se destaquem no mercado e despertem o interesse dos investidores.

Constatado isso, escolha entre multiplicar o modelo de negócio ou um produto específico. Se for um produto, é preciso pensar no processo, desde a fabricação até a distribuição para os franqueados, atendendo a todas as especificações técnicas de qualidade. Ter um modelo de loja bem definido é o primeiro passo, depois vêm todos os modelos operacionais.

Faça uma análise financeira para comprovar a viabilidade de expansão e, a partir daí, trace um plano de negócio.

Em seguida, elabore um manual de operação da franquia para orientar o franqueado sobre todo o processo, bem como um contrato de franquia que contemple todos os serviços, produtos e suporte que o franqueador pretende oferecer ao franqueado.

Com toda a estrutura pronta, agora é partir em busca de franqueados que queiram investir na sua marca.

postado em Artigos | Istoé

Revista IstoÉ 04/2012
Por Ricardo Amorim

Na Idade Média, o tratamento para a peste bubônica era forçar o doente a penitenciar-se com um padre. Buscava-se tratar sintomas como febre, calafrios e delírio através da graça de Deus. O resultado: um terço da população europeia foi dizimada pela peste.

De lá para cá, muito mudou, mas nem tanto assim. Vários tratamentos médicos continuam lidando exclusivamente com os sintomas e não as causas das doenças. Na economia, também.

Na história brasileira, há mais casos de tratamentos de sintomas de problemas econômicos do que episódios onde as verdadeiras razões dos desarranjos foram confrontadas.

Nesta semana, tivemos mais um. Para lidar com dificuldades da nossa indústria, o governo e o Banco Central vem adotando uma série de medidas, incluindo redução temporária de impostos para alguns subsetores, aceleração da queda da taxa de juros, adoção de restrições à entrada de capitais estrangeiros para enfraquecer nossa moeda e elevação de impostos sobre produtos importados.

Além de sujeitarem o país a eventuais retaliações comerciais, estas medidas criam um Brasil mais caro, não mais rico. Quem pagará a conta do encarecimento dos produtos importados e da redução da competição com os nacionais é você, o consumidor. Aliás, já paga. No ano passado, impostos sobre importação arrecadaram mais que o Imposto de Renda Pessoa Física. Você pagou ambos. Os primeiros, nos preços elevadíssimos praticados no Brasil e o IRPF, na fonte.

A própria indústria, beneficiária no curto prazo, acaba perdendo no longo prazo, à medida que a elevação de preços reduz o número de consumidores que podem arcar com preços mais elevados.

O governo deve, sim, adotar medidas enérgicas para elevar a competitividade do país. Para isso, precisa cortar gastos públicos excessivos e de péssima qualidade. Somos pouco competitivos e nossos preços são elevados porque, no Brasil, compramos o produto ou o serviço e pagamos junto nosso governo gastão.
Não raro, pagamos duas vezes pelo mesmo serviço. Saúde e educação são exemplos óbvios. Através de nossos impostos, pagamos os sistemas públicos, mas, devido à baixa qualidade, quem pode paga também por serviços privados.

Com menos gastos públicos, os impostos também cairiam e, com eles, os preços. Com preços menores, o consumo aumentaria e a geração de empregos também.

Sobrariam mais recursos para investimentos em infraestrutura, reduzindo custos de transporte, energia, comunicação, etc. O governo necessitaria de menos dinheiro emprestado, permitindo que a taxa de juros caísse, sem gerar desequilíbrios. Juros menores atrairiam menos capital estrangeiro, levando a uma taxa de câmbio menos apreciada.

Menos gastança governamental e impostos são a receita para um país mais rico. Mais impostos sobre produtos importados constroem apenas um país mais caro.

Nossa presidente tem reclamado do tsunami financeiro dos países ricos – que ela não controla – mas não tem atacado sistematicamente o tsunami de gastos públicos, sob seu controle.

Ricardo Amorim
 – Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.

Fonte: http://ricamconsultoria.com.br/news/artigos/artigo-melhor-palestrante-brasil-ricardo-amorin-apresentador-globonews-manhattan-connection-artigo

O casal israelense Ronny Edry e Michal Tamir criaram um cartaz na escola Pushpin Mehina, que oferece cursos de iniciação a pessoas que querem estudar design gráfico. A imagem dos dois ganhou os dizeres ‘Iranianos, nós nunca vamos bombardear seu país’ e abaixo a frase ‘nós amamos vocês’, com um coração. Sua campanha pode ser resumida com uma mensagem que pode ser vista no blog da campanha:
“Ao povo iraniano, a todos os pais, mães, crianças, irmãos e irmãs, porque para haver uma guerra entre nós, primeiro nós precisamos ter medo uns dos outros, nós precisamos nos odiar. Eu não tenho medo de vocês, eu não odeio vocês. Eu nem conheço vocês. Nenhum iraniano jamais me fez mal”.
Tem coisa mais linda para se ler, vindo de uma região tão tensa e sofrida como aquela? Como fraternidade é algo mais forte do que as diferenças que políticos e suas empresas midiáticas desenham, em menos de 48 horas os iranianos começaram a responder no mesmo tom. Uma mensagem de paz entre os povos, ainda que seus representantes diplomáticos mostrem os dentes uns para os outros enquanto posicionam tropas para um iminente ataque.
É uma flor que brota em um deserto de gentilezas. Uma mensagem de dois povos cansados de esbofetearem um a cara do outro há décadas. Enquanto o povo aguarda uma solução pacífica, os governantes esfregam suas mãos, ávidos e ansiosos para saber a cor das tripas de seus inimigos. E não tenham dúvida que quem sofrerá e pagará por toda esta possível guerra serão os povos que ali residem há gerações. E o homem, involuído, segue seu caminho rumo à autodestruição pelas armas, como se já não houvesse tantos problemas para ameaçar

Fonte: http://www.umavisaodomundo.com/

O Óculos do futuro, segundo a Microsoft

7 abr 2012 In: Futuro

Esse é o óculos do futuro, segundo a Microsoft, que faz constantemente estudos de possíveis cenários futuros. Aqui a ideia se junta a diversas outros da Microsoft, no conceito de integração dos mais diversos objetos e tecnologias. Esse projeto se chama “projetc glass” e tenho certeza, fará com que muitas pesquisas e inovações caminhe por aí.

Moleskine para Ipad

7 abr 2012 In: Internet

Veja essa campanha contra o tráfico de mulheres para Europa. Elas que são atraídas pela proposta de uma carreira de dançarina, logo são submetidas a situações degradantes e acabam se prostituindo. Esta campanha foi realizada no Red Light District, em Amsterdam, e mostra mulheres em vitrines, coisa normal por lá, fazendo uma performace de dança e com uma mensagem surpreendente no final.

Os desafios da (re)industrialização

3 abr 2012 In: Economia

Exclusivo para assinantesPara ler a matéria completa faça seu login ou cadastre-se
Nos anos 80 do século passado, sob a inspiração de Ronald Reagan e Margaret Thatcher, as políticas industriais e de fomento coordenadas pelo Estado foram lançadas no rol dos pecados sem remissão. No Brasil, o desenvolvimentismo foi alvejado por maldições e imprecações.

A desorganização financeira e fiscal que se seguiu à crise da dívida externa forneceu combustível para alastrar as chamas da purificação mercadista. O apelo à liberalização geral e irrestrita explicitava o fim do consenso em torno do objetivo comum do desenvolvimento fundado na industrialização. Entre as camadas dominantes, o dissenso neoliberal incluía o desconforto com o reconhecimento dos direitos sociais e econômicos consagrado na Constituição Cidadã de 1988. A dificuldade de se reconstituir, em novas bases, um objetivo compartilhado foi agravada pelo enfraquecimento da capacidade coordenadora de um Estado financeiramente prostrado diante da crise fiscal e monetária e dos programas impostos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Depois da bem-sucedida estabilização de 1994, os “reformistas liberais” brasileiros apoiaram sua estratégia em cinco pontos: 1) a estabilidade de preços criou condições para o cálculo econômico de longo prazo, estimulando o investimento privado; 2) a abertura comercial imporia disciplina competitiva aos produtores domésticos, forçando-os a realizar ganhos substanciais de produtividade; 3) as privatizações e o investimento estrangeiro removeriam os gargalos de oferta na indústria e na infraestrutura, reduzindo custos e melhorando a eficiência; 4) a liberalização cambial, associada à previsibilidade quanto à evolução da taxa real de câmbio, atrairia “poupança externa” em escala suficiente para complementar o esforço de investimento doméstico e para financiar o déficit em conta corrente; 5) o gotejamento da renda promovida pela acumulação de riqueza na camadas superiores – auxiliada pela ação das políticas sociais “focalizadas” – seria a forma mais eficiente de reduzir a desigualdade e eliminar a pobreza.

Estratégia tem que estimular a ousadia dos empresários, centralizar o capital e elevar o gasto estatal

Na verdade, a privatização desarticulou um dos mecanismos mais importantes de governança e de coordenação estratégica da economia brasileira. O setor produtivo estatal – num país periférico e de industrialização tardia – funcionava como um provedor de externalidades positivas para o setor privado: 1) O investimento público era o componente “autônomo” da demanda efetiva (sobretudo nas áreas de energia e transportes) e corria à frente da demanda corrente; 2) as empresas do governo ofereciam insumos generalizados em condições e preços adequados; e, 3) começavam a se constituir – ainda de forma incipiente – em centros de inovação tecnológica.

Os celebrados efeitos da privatização sobre a eficiência da economia não se concretizaram. Senão vejamos: 1) a indexação das tarifas e preços das empresas privatizadas produziu um aumento expressivo dos custos dos insumos de uso generalizado e; 2) o investimento em infraestrutura passou a correr atrás da demanda, gerando pontos de estrangulamento; 3) as grandes empresas “exportaram” os seus departamentos de P&D e os escritórios de engenharia reduziram dramaticamente seus quadros; 4) e iniciativas importantes, como o Centro de Pesquisas da Telebrás, foram praticamente desativadas.

No debate em curso sobre a situação da indústria brasileira, há quem proclame o “mito da desindustrialização”. Mal sabem que a encrenca vai além dos problemas criados pelas importações predatórias, danosas à produção corrente e à ocupação da capacidade já instalada. A dilaceração das cadeias produtivas pelo “real forte” e a estagnação dos investimentos só serão reparadas com o aumento dos gastos na formação da nova capacidade, sobretudo, nos setores novos e intensivos em tecnologia. Isto vai demandar, sim, o exercício do “animal spirits” dos dirigentes empresariais, a centralização do capital, agora disperso em empresas sem a escala requerida para participar do atual estágio da concorrência global e a elevação do gasto autônomo do Estado.

O salto de escala e tecnológico das indústrias brasileiras não vai ocorrer sem políticas adequadas que estimulem o mercado de capitais. A experiência histórica demonstra que isso exige a constituição de bancos universais de grande porte, rigorosamente regulados e supervisionados, capazes de desenvolver instrumentos financeiros destinados para o crédito de longo prazo.

O esperado efeito “acelerador” decorrente desse arranjo vai dinamizar os setores já existentes, cuja “proteção” não deve ser concedida sem contrapartidas de desempenho nas exportações, na inovação tecnológica e na substituição de importações. A economia mundial está diante de capacidade de oferta excedente em quase todos os setores e isso vai tornar ainda mais acirrada a conquista de mercados.

Sobre a utilização dos recursos decorrentes da exploração do pré-sal: a avalanche de moeda estrangeira que certamente advirá da exportação de petróleo ameaça tornar incontrolável o vício nativo cevado nas delícias tão sedutoras quanto e viciosas do câmbio valorizado. O ideal para o país detentor de uma riqueza natural abundante é constituir um fundo soberano e aplicar no exterior os recursos gerados pelas exportações, utilizando no âmbito doméstico tão somente os recursos gerados nas vendas internas e os rendimentos obtidos das aplicações no exterior. Esses fundos são genuinamente “fundos de poupança”, poupança de longuíssimo prazo.

Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda é professor titular do Instituto de Economia da Unicamp e escreve mensalmente às terças-feiras. Em 2001, foi incluído entre os 100 maiores economistas heterodoxos do século XX no Biographical Dictionary of Dissenting Economists.

Fonte: Jornal Valor On Line
Link: http://www.valor.com.br/opiniao/2599172/os-desafios-da-reindustrializacao?utm_source=newsletter_tarde&utm_medium=03042012&utm_term=os+desafios+da+reindustrializacao&utm_campaign=informativo&NewsNid=2598786

A rede nacional de supermercados Dia (Pão de Açúcar) está introduzindo no mercado sua marca própria Biopure, com três linhas de produtos para o target de suas consumidoras, de 25 a 55 anos.

Compostas por produtos à base de ativos naturais da biodiversidade brasileira, os xampus, condicionadores, hidratantes corporais, sabonetes líquidos e esfoliantes das linhas foram desenvolvidos com extratos de Chá verde, Guaraná, Açaí e Murumuru.

Fabricados de maneira terceirizada pela Lifar e pela Unlike os produtos já estão à venda nas lojas da rede em nove estados do país, em ação promocional. Com eles catálogos de produtos da marca com o slogan ‘Sinta a natureza perto de você todos os dias estão sendo distribuídos. Outras ações para a divulgação da marca serão publicadas em tablóides semanais e redes sociais.

E a rede internacional de hypermercados Carrefour vai lançar em todo o mundo, ainda este ano, sua nova linha de produtos de beleza, composta por artigos de higiene pessoal, para cabelos, maquiagem e cuidados faciais (com produtos anti-idade). A marca Les Cosmétiques Design Paris, com preços que variam de 1 a 12 euros, irá substituir as ofertas de marca própria existentes.

Les Cosmetiques Design Paris chegará às lojas do Carrefour na Itália, Espanha e Bélgica até o final do ano, antes de alcançar os mercados da Ásia e América do Sul em 2013 e 2014.

A decisão da empresa de entrar na categoria beleza tem a ver com o clima econômico atual, de acordo estudo realizado pela empresa americana de pesquisa de mercado The NPD Group, que revelou o aumento das vendas de produtos de beleza de baixo custo em 2011. O que sustenta a teoria do “índice batom”, cunhada no início dos anos 2000 para expressar como as vendas de cosméticos são muitas vezes inversamente correlacionadas com a saúde da economia já que as mulheres substituem compras extravagantes de moda por compras de beleza de menor custo.

Fonte: H&C e Beauty For All

O Boticário, unidade de negócio do Grupo Boticário, comemora 35 anos com o anúncio de bons resultados alcançados em 2011 e até o final do ano uma série de ações voltadas ao consumidor para celebrar seus 35 anos de história. Entre elas o projeto Essências de O Boticário, uma viagem sensorial através da perfumaria da marca, criado em parceria com a Firmenich, uma das mais tradicionais casas de fragrâncias do mundo, que visitará seis capitais brasileiras ao longo deste ano. A estréia é hoje em São Paulo, no Shopping Eldorado, e vai até dia 29 de março. Depois a mostra viajará pelos principais Shopping Centers das capitais do Rio de Janeiro, Salvador, Recife Belo Horizonte e Porto Alegre.

A maior rede de franquias de perfumaria e cosméticos do mundo, com mais de 900 franqueados, faturou R$ 5,5 bilhões com as 3.260 lojas da marca, um crescimento de 19% em relação a 2010. Em três anos, a rede praticamente dobrou seu faturamento – em 2008, o montante foi de R$ 2,8 bilhões.

A cifra elevou O Boticário à primeira posição do ranking das maiores redes de franquias em faturamento no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Para 2012, a expectativa é manter o ritmo de crescimento e abrir cerca de 250 lojas no Brasil.

“O ano de 2011 foi excelente para a empresa. Crescemos acima da média do mercado. Soubemos aproveitar o aumento do consumo de cosméticos e itens de perfumaria no Brasil colocando em prática projetos importantes que contribuíram para esse resultado”, explica a diretora executiva de Marketing e Vendas de O Boticário, Andrea Mota. “O novo posicionamento e logomarca O Boticário, a abertura de novas lojas, lançamentos de produtos, ações com consumidores, investimentos consideráveis em marketing e a participação nas duas edições do São Paulo Fashion Week são alguns exemplos de ações bem-sucedidas. Tudo isso, claro, com o apoio e trabalho dos nossos franqueados”, complementa a executiva.

No ano passado foram abertas 240 novas lojas, contra 180 em 2010. Atualmente, O Boticário está em 1.650 municípios brasileiros com 3.260 unidades, que empregam mais de 22 mil funcionários.

No mercado internacional, O Boticário está em oito países – Portugal, Estados Unidos, Japão, Angola, Moçambique, Arábia Saudita, Venezuela e Paraguai –, com 65 lojas e mais de 100 pontos de venda. Portugal, país onde a marca está presente há 25 anos, é o maior mercado fora do Brasil. Para este ano, a meta da empresa é consolidar cada vez mais a presença nestes países em que já atua, ampliando o número de lojas e a participação em pontos de vendas parceiros.

Foco no Brasil

O Boticário ainda tem como plano para 2012 dar continuidade a projetos iniciados nos dois últimos anos e que vão contribuir para a manutenção do ritmo de crescimento da empresa. O canal venda direta, que foi iniciado em 2010 como projeto-piloto, em parceria com franqueados de uma cidade do Sudeste e outra do Nordeste, se expande para outras regiões do país. Já o projeto-piloto de lojas da linha de cuidados pessoais Nativa SPA, iniciado em março de 2011 também em parceria com franqueados, se mantém nas cidades de São Paulo, São José do Rio Preto, Salvador e Curitiba e terá a ampliação de portfólio Nativa SPA exclusivo para esses pontos de venda.

Nos planos da empresa estão ainda a continuidade do programa “O Futuro em nossas mãos”, para capacitar os sucessores dos atuais franqueados (filhos e outros parentes), promoção com mais de R$ 1 milhão em prêmios até dezembro e promoções diversas nas lojas e ainda um selo comemorativo aos 35 anos da marca estampado nas lojas, nas sacolas e em toda a comunicação de O Boticário, entre outras ações.

Fonte: Cosméticos Br

Até onde vai a criatividade?? Veja essa inovação que permite uma pessoa levar 20 copos ao mesmo tempo. Show.

Com músicaça do grupo Swedish House Mafia, a Vodka Absolut, faz um filme de 4 minutos muito show. Futurismo, tecnologia, deserto, cães-robô e visual alucinante. É bacana quando uma empresa iveste assim para passar um conceito, com uma produção de alta qualidade, criativa e inovadora. Mad Max perdeu.

Comercial show da loja Good Books

17 mar 2012 In: Marketing

Criativa e inovadora o comercial criado pela Good Books para promover sua loja virtual. Esta empresa é da Nova Zelândia, sem fins lucrativos e todo seus ganhos é revertido para a caridade. Com frete grátis para toda compra, independente do país, a empresa se destaca pela criatividade e formas diferenciadas de fazer marketing. Esse vídeo criado pela agência String Theory é genial, um show de produção e sonoplastia. Com referências a Hunter S. Thompson e Kafka, dá vontade de compar algo na empresa só pelo grande presente que ela nos dá. Não deixe de ver.

Sobre esse blog

Esse é o blog de André Gustavo Barbosa, Administrador e Consultor de Empresas, Professor Universitário e Ecologista.